Diante das tragédias

Essas últimas semanas foram muito difíceis e geraram desastres avassaladores por questões climáticas. Inundações em Minas Gerais, incêndios na Califórnia e se a gente pudesse empurrar as nuvens de chuva, de um lugar para outro, evitaria as duas calamidades.

No momento estou em São Paulo, mas tenho muitos amigos em Los Angeles e o fogo chegou bastante perto da casa de todos. Passei a semana toda falando com eles por telefone, e por sorte, felizmente, nada grave aconteceu.
Mas foi tudo extremamente estressante e muitos tiveram, por precaução, que empacotar a casa toda.

Muitas tragédias se espalharam nas cidades e houve mortes, perdas, desolação.  Muita gente precisou evacuar das áreas de perigo, abandonar suas casas.
Esses são momentos terríveis e grandes decisões precisam ser tomadas em pouquíssimo tempo.

Muita gente, que deixou suas casas, precisou escolher muito depressa o que iria levar consigo, e nessa hora as pessoas compreendem quais são, de verdade, as coisas de maior valor.
Documentos, dinheiro, gadgets e coisas práticas e imediatas são acompanhadas de fotos de família, cartas de filhos e netos, coisas de imenso significado e nenhum preço.

As coisas caras de valor material, objetos, vestuário, bolsas, jóias, sapatos, perdem sua importância vistas nesse contexto. Os laços, as memórias, os sentimentos, o que toca a nossa emoção é o que de fato importa.

Estamos juntos e solidários, nas rezas e pensamentos positivos, pra todos que passaram e estão passando por essas situações, que só podemos chamar de apocalípticas.
E vamos nos lembrar sempre que não é preciso passar por momentos extremos na vida, para escolher o que realmente tem valor para nós.

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1 Comentario(s)

Selma Alves disse:

Verdade, apocalíptica também acho vamos orar e pedir para Deus derramar um bálsamo curador p aliviar as dores e tristezas desse povo

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