Realidade virtual

Junto com um grupo de amigos, participamos de uma tarde de Realidade Virtual no Instituto Vector Equilibrium.

Se alguém de vocês já teve a experiência de usar os óculos e entrar em mundos lúdicos sabe do que eu tô falando. Você sente que está vivenciando mesmo essa realidade ficcional, e todas as sensações parecem de verdade.

Você entra em várias situações, viagens espaciais, matas fechadas, picos de montanhas, altitudes imensas, topos de edifício, com a impressão que você pode cair a qualquer minuto.

Isso vai mudar uma série de coisas como as conhecemos. Vamos entrar em ambientes virtuais com grande desenvoltura, vamos viajar e sobrevoar lugares para os quais talvez nunca pudéssemos ir. Vamos entrar nas pirâmides do Egito, nas cataratas do Niagara, na floresta Amazônica, passear por desertos, navegar em oceanos, fazer esportes radicais, ficar cara a cara com animais selvagens e perigosos, vamos visitar museus do outro lado do mundo, vamos pisar na lua.

São universos inusitados nos quais você se diverte, se arrisca, pode voar, pode participar das coisas que você mais gosta. De repente em vez de assistir Game of Thrones, você está lá, no meio do muro gelado, cercado de neve. Em vez de me assistirem na Vida Secreta dos Casais, vocês vão entrar em cena comigo.

Esse futuro já chegou. Vamos imaginar tudo o que pode mudar radicalmente com a expansão dessas novas realidades. E tentar entender tudo o que isso pode trazer de bom e ruim.  Vai influenciar todas as mídias e toda a tecnologia. Em vez de termos um laptop, teremos uma tela virtual. Muda o entretenimento, as redes sociais e os contatos humanos. A vontade de vivenciar essas coisas todas vai fazer a gente rever a nossa própria realidade. E fazer escolhas. Corremos o risco de nos refugiar na vida virtual ao invés de batalhar a nossa.

Ainda que a tecnologia nos leve para lugares impensados, e que esse mundo futurista esteja cada vez mais perto, com a Inteligência Artificial, carros sem motorista, robôs caseiros, ainda e sempre vamos precisar da nossa imaginação, do nosso talento e da nossa inventividade para contar todas essas histórias.

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1 Comentario(s)

Anna Lia disse:

Nossa, que legal!! Eu amo esses filmes futurísticos e tenho sempre vontade de estar neles, ou de vivenciar esse futuro. Mas, ao mesmo tempo, penso que essa facilidade de “estar” em outros lugares pode tirar a aventura de você realmente vivenciar algo… Não só estar em algum lugar, mas a emoção do percurso, de tudo o que você vivência até chegar. Mas, claro, que não deixa de ser o máximo isso, especialmente por você pode “estar” em lugares que jamais poderia estar. Amei!

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